Transporte

Giras, uma nova forma de se deslocar por Lisboa

11 de dezembro de 2017

Desde 16 de setembro de 2017, e agora já com mais presença, foi implantado um novo sistema de compartilhamento de bicicletas em Lisboa. São as Giras (um trocadilho com o verbo girar e o adjetivo “gira”, o mesmo que legal, bacana, bonita), que já contam com estações no Parque das Nações, Avenidas Novas, Alvalade (foto), Metro Campo Grande, Av. Rio de Janeiro, junto ao Gulbenkian, na Estação Roma-Areeiro, Campo Pequeno e na Av. Duque D’Ávila. O serviço deve ainda alcançar o Eixo Marginal, o Eixo Benfica-Braço de Prata, o Eixo Central, Olivais, a Circular Exterior do concelho e, por fim, eixo Alcântara-Luz.

São bicicletas convencionais e elétricas (lembre-se das 7 colinas) para girar pelos já 60 quilómetros de ciclovias existentes em Lisboa, que, em breve, serão 150. Como funciona: o usuário baixa o aplicativo Gira, disponível para Android e iOS, preenche um registro, escolhe sua tarifa (anual por 25€, mensal a 15€ ou diária, que custa 10€) e encontra sua bicicleta. A cada viagem de até 30 minutos, são descontados 0,10€ paras as bikes convencionais e 0,20 para as elétricas. Entre 30 e 60 minutos debita-se mais 1€. Para viagens superiores a 1 hora, descontam-se 2€ a cada 30 minutos. No site, todas as informações estão disponíveis com gráficos e exemplos que tiram qualquer dúvida. Um problema: pelo menos até a data de divulgação desse post, o pagamento pode ser feito exclusivamente por multibanco (sistema de cartões de débito em conta) ou paypal, forma de pagamento exclusiva para o passe diário. Cartões de crédito não são aceitos.

Fotos: O Inverso de Cabral